Sexta-feira, 14 de Dezembro de 2007

Cultura

 

Sábado, 15:

  • Alla POLLACA (concerto indie rock/progressive), pelas 22h30 no auditório do mercado negro.

Entradas a 4 euros na wah wah.

 

http://www.myspace.com/allapolacca

 -

 Terça, 18:

  • Noites Trad Folk (dança participação livre), pelas 22h na sala vermelha.

Entrada livre

-

Quarta, 19:

  • "Vamos Todos Comer a Cleópatra: poesia de António Gancho"  pelo Gato Legível (performance poética), pelas 22h no auditório do mercado negro.

Entrada livre

-

Quinta, 20:

  • OS MEUS SHORTS (Bélgica) (concerto experimental/ downtempo/ shoegaze), pelas 22h30 no auditório.

Entradas a 3 euros na wah wah.

http://www.myspace.com/osmeusshorts

publicado por madeinaveiro às 11:22
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Quarta-feira, 12 de Dezembro de 2007

AUTO AVALIAÇÃO

Bom dia, de acordo com o que foi proposto a todos os grupos participantes nesta iniciativa, faremos então a nossa auto-avaliação (publicámo-la também no nosso blog).

De acordo com os critérios que estão a utilizar na avaliação dos blogues, aqui vai a nossa auto-avaliação:

 

 

Descrição das actividades de forma objectiva, centrando-se em aspectos essenciais:

 

Como grupo, e de acordo com os objectivos pretendidos para a primeira fase, tentámos diagnosticar a nossa cidade através de visitas aos seus pontos mais marcantes. Cada visita que fizemos foi devidamente documentada e posteriormente publicada no blogue. Para uma documentação mais fiel aos acontecimentos, utilizámos gravadores digitais, maquinas fotográficas, e tirámos sempre numerosos apontamentos. Após a análise posterior da informação retida de cada visita, prosseguimos à selecção da mais relevante.


Respeito pelas referências, nomeadamente a hora, data, local e recursos utilizados/obtidos:


Como já referimos, planeámos e fizemos o relatório de todas as saídas de campo, assinalando a respectiva data, local, bem como os objectivos e o cumprimento ou não dos mesmos. Para isso criámos um calendário de tarefas no qual agendámos as datas das nossas  visitas, realizadas tanto no horário das aulas de Área de Projecto, como em qualquer  tempo livre que pudéssemos aproveitar.


Inclusão de reflexões críticas, bem como comentários significativos:


Em cada relato das visitas que fizemos, incluímos sempre reflexões do grupo, relacionadas como tema deste projecto. Tentámos também analisar todas as situações da forma mais crítica e perspicaz possível.


Elaboração com base na criatividade, coerência e perceptibilidade:


Tentámos fazer tudo do modo mais criativo, coerente e perceptível possível, mas cabe aos visitantes do nosso blogue avaliar melhor esse aspecto.


Animação e envolvimento da comunidade no desenvolvimento dos trabalhos:


Para uma maior divulgação do nosso projecto, criámos panfletos acerca do mesmo que distribuímos em pontos chave da cidade.


Actualização regular do blogue:


Postamos ao longo deste período, cerca de 34 vezes. Podemos assim dizer que, tendo em conta o tempo disponivel para esta disciplina, actualizámos o blogue sempre que possível.

 


Avaliação Geral do grupo:


Como grupo achámos que trabalhámos bem e através da observação de outros blogues que não o nosso, verificámos que fomos um dos grupos que cumpriu os objectivos propostos para 1ª Fase do Projecto.

Desejamos um Feliz Natal e um próspero Ano Novo.

publicado por madeinaveiro às 11:29
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Maria da Apresentação da Cruz, Herdeiros – Ovos moles de Aveiro

 
 
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“De açúcar, ovos, água e muito saber se fazem os Ovos-moles de Aveiro, segundo uma receita conventual transmitida em segredo ao longo de gerações”.
No dia 6 de Dezembro pelas 10:30m tivemos o prazer de visitar a casa “Maria da Apresentação de Luz, Herdeiros, de ovos-moles de Aveiro”
Fomos acompanhados pela senhora Maria João que nos falou e mostrou o processo de fabrico dos tão apreciados ovos-moles de Aveiro.
“Numa região onde a ria e o Mar se interligam, os motivos marítimos servem de inspiração aos invólucros de hóstia onde o delicioso e nutritivo doce, que outrora servia para fortalecer os doentes nas enfermarias conventuais, aguarda o momento de ser apreciado por um público exigente”.
 Sendo um doce regional, tradicional da pastelaria aveirense, a receita dos ovos moles deve-se às freiras dos vários conventos que existiam na região até ao século XIX – dominicanas, franciscanas e carmelitas. Extintos os conventos, o fabrico dos ovos moles manteve-se, graças a senhoras educadas pelas referidas freiras.
No inicio do processo de fabrico deste doces separam-se as claras das gemas sendo apenas aproveitadas as ultimas. À parte tem-se açúcar com agua a ferver onde, depois de algum tempo, se irão adicionar as gemas para cozedura. Este processo dura cerca de 20m, onde as gemas cozem a mais de 100ºC.
Depois de feito o doce, passa-se à fase de encher as hóstias já compradas (com moldes ilustrativos da cidade). Ao serem cheios dois moldes iguais estes são prensados, um contra o outro, para que fiquem com a forma a que nos acostumaram. Quando se retiram da prensa, os ovos-moles, já revestidos pela hóstia, vão ser recortados para que as formas da hóstia fiquem perfeitas e para depois ficarem em repouso para o dia seguinte.
Depois deste repouso, os ovos já prontos são cobertos com uma calda de açúcar que será o que vai dar beleza e brilho à hóstia tendo também uma função isoladora que vai permitir que os ovos não tenham contacto com o ar. Passado cerca de uma hora, tempo necessário para que a calda seque, os ovos estão prontos para serem vendidos ao público.
Terminada a visita, ficaram-nos mais alguns aspectos importantíssimos da cultura e gastronomia da região, como sendo o fabrico de um dos doces mais conhecidos do país.
 
 
  
publicado por madeinaveiro às 10:31
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Segunda-feira, 10 de Dezembro de 2007

Cultura

Esta quinta, dia 13, LARKIN GRIMM - EUA (concerto acid folk)‏  pelas 22h30 no auditório do mercado negro.

 

entradas a 4 euros na wah wah

http://www.youtube.com/watch?v=2W5J9lYK9F8

 

http://www.myspace.com/larkingrimm

publicado por madeinaveiro às 16:30
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Sábado, 8 de Dezembro de 2007

Visita à Fábrica da Vista Alegre

No passado dia 5 de Dezembro de 2007, alguns elementos do grupo Made in Aveiro deslocaram-se à Fábrica da Vista Alegre.
 
Uma visita que se justifica no contexto do projecto na medida em que é um ponto de referência da cidade, uma fábrica conhecida a nível mundial. Assim, visitámos aquela que é considerada a maior fábrica de porcelana e a 6ª maior da Europa.
Nascida num período de revoluções, a Vista Alegre é fruto do sonho do típico homem moderno do século XIX, José Ferreira Pinto Basto. Influenciado pelo sucesso da fábrica de vidro da Marinha Grande, Pinto Basto decide criar uma fábrica de “porcelanas, vidro e processos químicos”.
 
“Com uma fama que há muito rompeu barreiras geográficas, as suas obras de arte chegam aos quatro cantos do mundo, com casas reais, empresas e gente comum a usar ou coleccionar estas peças, algumas delas únicas e exclusivas. Assim se começou há 180 anos – o alvará régio a permitir a construção da fábrica data de 1 de Julho de 1824 –, e assim continua a ser passados quase dois séculos.
A fábrica da Vista Alegre, em Ílhavo, é quase um museu com vida, onde a história se passeia por todo o lado.” (1)
 
Processo:
 
- O primeiro exemplar de cada peça é SEMPRE feito à mão.
- De seguida são feitas cópias deste molde com gesso vindo de Leiria, os moldes são feitos com água, quartzo, feldspato e caulino.
- O controlo de qualidade é feito um a um e tem duas etapas:
    1ª: são limpas as peças à mão, com água (para limpar quaisquer pequenas deficiências que apresentem)
    2ª: as peças vão ao forno a 1400º
- As asas por exemplo das chávenas são colocadas à parte depois da construção do resto da peça. (são a única empresa a fazer a aplicação das asas)
- Existe um tipo de peças chamado biscuit em que qualquer figura é feita peça por peça, componente por componente.
- Algumas peças têm ainda vidro por cima da porcelana o que lhes dá outro brilho e consistência
- Na presença do vidro o molde também ao forno tantas vezes quantas as cores que o compões porque cada cor têm o seu tempo de cozedura e, caso contrário as cores ficariam misturadas.
- A fábrica não permite diferenças bruscas de temperatura para que nao haja estragos de materiais.
 
Funcionamento da fábrica:
 
- A fábrica é composta por 950 trabalhadores
- É proibido fumar, comer ou fazer lixo nos locais de trabalho da fábrica
- As peças vidradas, as só com porcelana ou outro tipo de peças têm caixotes de reciclagem para cada um dos materiais
- A formação de novos trabalhadores é feita por elementos da fábrica
- Esta formação compreende 5 anos:
3 anos a fazer principalmente desenhos de diversos elementos que poderão vir a compor uma peça
2 anos a trabalhar com guaches e aguarelas
 
Depois destes anos decide-se se o trabalhador vai integrar a área de produção ou a área da pintura.
 
Instalações:
 
A Vista Alegre possui:
- Palácio
- Museu
- Capela
- Bairro social onde vivem alguns dos trabalhadores da fábrica
- Lojas
 

Antigamente…
 
- Toda a mulher que fosse trabalhar para a fábrica tinha de saber cantar e bordar
- Todos os homens tinham de saber manobrar armas e pelo menos um instrumento musical
- Tinham teatro todo o sábado à tarde
- Aprendiam a ler (o que naquele tempo, apenas o clero sabia)
 
Para mais informações e curiosidades, consultem o site da vista alegre!


(1)   http://www.rotas.xl.pt/0804/500.shtm
(2) imagens tiradas de : http://www.vistaalegre.pt/  (uma vez que não nos foi permitido fotografar dentro do estabelecimento)
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publicado por madeinaveiro às 18:25
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Quinta-feira, 6 de Dezembro de 2007

Cultura

Amanhã, sexta-feira ( 7 de Dezembro), MICAH BLUE SMALDONE + CHRISS SUTHERLAND - EUA (concerto duplo indie folk/blues)‏ pelas 22h30 no auditório do mercado negro.

 -

Entradas a 4 euros na wah wah

 -

http://www.myspace.com/micahbluesmaldone

http://www.myspace.com/chrisssutherland

http://www.myspace.com/fireonfiremusic

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publicado por madeinaveiro às 17:53
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ADERAV e Liga dos amigos do coração: Um passeio pela cidade (conduzido pelo Dr. Amaro Neves)

A ADERAV e a LAC (Liga dos Amigos do Coração) promoveram, dia 18 de Novembro, um passeio cultural orientado pelo historiador Amaro Neves, cujo itinerário ia desde as Barrocas até à Estação de Aveiro.
Alguns membros do grupo Made in Aveiro participaram no passei cujo programa foi:

10:00 - Concentração no largo fronteiro à igreja do Senhor Jesus das Barrocas - Contextualização de Aveiro no principio do século XVIII com breve historial do tempo, contemplando o enquadramento sociológico da invocação;

 

10:45 - A capela da Senhora da Alegria – Exposição das suas origens medievais com chamada de atenção para as artes mais marcantes do templo: o azulejo antigo e os painéis modernos;

 

Cruzeiro de Sá: observação e considerações sobre alguns aspectos arquitectónicos; razão de ser em Sá.

11:30 - Casas arte-nova, na avenida Cândido dos Reis: típica de Aveiro e chamada de atenção para a preservação da mesma ;

 Notas gerais sobre "o estilo";

12.00 - A Estação do Caminho-de-Ferro - a construção inicial; Enfoque sobre a recuperação do edifício da estação e os painéis aí inseridos.


 

Notas históricas dos locais visitados

O Cruzeiro de Sá:


O velho cruzeiro continua a desafiar a memória dos homens desde quando em tempos de glória, mareantes e pescadores demandavam os confins do império colonial e o bacalhau da Terra Nova. Certa irmandade o mandou erigir, como consta de letreiro, no pedestal da cruz: “ESTA OBRA E SINO MANDOU FAZER ADRE RIBEIRO IVIZ E IOAM PRETO MORDOMO E ATONIO AFOMSO ESCRIVÃO ER D 1554”

Compõe-se de quatro colunas jónicas, assentes em pedestais. Ao centro, porém, uma coluna coríntia de capitel muito corroído suporta uma cruz de feitura moderna. (…) Foram aplicados restos de azulejos dos finais do século XV esverdeados e brancos e outros quinhentistas formando cruzes, todos provenientes do templo.

 

Capela do senhor das barrocas

 

Junto à capela de N.ª S.ª da Alegria, em Esgueira, localiza-se uma outra, a capela do Senhor das Barrocas.

A crescente devoção ao Senhor das Barrocas devida aos milagres que lhe foram atribuídos veio dar origem à edificação de uma capela octogonal. Iniciada a 15 de Novembro de 1722, desconhece-se a sua autoria embora se afaste o panorama de ter sido obra de um arquitecto regional já que o projecto e respectiva execução demonstram que se tratava de um artista com sólida formação. Dez anos depois, a 16 de Novembro procedeu-se à inauguração e bênção do templo.

Tem como uma das principais características o portal principal da capela que se assemelha fortemente ao portal da Biblioteca da Universidade de Coimbra.

 

 

Estação Caminhos-de-ferro

 

Inicialmente a cidade não estava contemplada no projecto inicial devido às dificuldades de execução já que se localizava num local lagunar e húmido. Apenas por intervenção de José Estêvão se acabou por fazer a linha de caminhos-de-ferro passar por Aveiro. Apesar de ter sido acabado em 1864, só mais tarde se viria a construir a “casa” da estação que apenas foi concretizada quando o movimento ferroviário o justificou. Para nós ficou o rico património cultural de que faz parte a grande variedade de azulejos (cerca de meia centena) com motivos regionais: figuras típicas e das fainas mais características. A obra foi assinada por Francisco Pereira e Licínio Pinto e foram um trabalho da mais prestigiada fábrica de Aveiro – Fonte Nova.

 

Esta foi uma manhã de convívio, exercício e aprendizagem, em que pudemos visitar espaços da nossa cidade onde passamos diariamente sem nem reparar na sua presença, desta vez, olhamos para esse espaços com outros olhos.

Entramos na igreja e na capela das barrocas, e assim pudemos ver os seus pormenores arquitectónicos e saber mais sobre a tua história.

De seguida passamos em alguns edifícios arte-nova, onde foram feitas considerações sobre este estilo tão próprio e comum em Aveiro.

Prosseguimos em direcção à estação de Caminhos-de-Ferro de Aveiro onde observámos os azulejos típicos da cidade e onde foram referenciadas alguns referências históricas à cerca da estação, a sua parte antiga e a construção recente



 


No fim do passeio, tomámos alguns minutos ao Dr. Amaro Neves fazendo-lhe um pequeno inquérito sobre alguns aspectos da cidade:

Grupo: Pensa que a cidade está a evoluir no bom sentido?

 

Dr Amaro Neves: Aveiro estará a evoluir no bom sentido, caso contrário nem se poderia falar em evolução, mas sim em regressão. É claro que temos sempre uma perspectiva de desenvolvimento, preservando as características típicas de Aveiro e queríamos vê-las bem defendidas, há sempre algum receio de que isso não possa ser bem assim.

Acredito que está a evoluir com uma suficiente massa critica para que não se façam “disparates” grandes em Aveiro. Massa critica ou seja, com a vossa participação e com a das gentes jovens, porque senão qualquer dia temos as cidades todas iguais em que predominam os ”caixotes” de apartamentos.

 

G: Acha que a evolução tecnológica prejudicou ou poderá prejudicar alguns aspectos culturais?

 

DAN: Não, penso que a evolução tecnológica também é cultural, portanto pode trazer grandes achegas.

 

G: Acha que há uma grande adesão das pessoas relativamente á cultura?


DAN: Já há! E há, também devido a uma maior diversidade de ofertas e portanto não se centrando na cultura de massas.

 Há uma oferta muito diversificada que vai desde o cinema ao teatro, passando pela dança e pela música, etc., até se chegar a esta cultura “um pouco mais erudita”, por assim dizer.

 

G: Acha que a adopção de uma arquitectura mais moderna exerce algum tipo de influência na imagem da cidade?


DAN: Acima de tudo temos de ter uma arquitectura controlada. Há a obrigação de preservar alguns monumentos importantes, mas também de abrir espaço a novas construções. De qualidade, como é óbvio! Não é por serem coisas novas que vai tudo, porque há por aí muita coisa que se resume a “caixotes”.

 

G: Acha que, quando há eventos que têm em conta as tradições da cidade (ex.: Feira das cebolas), estas aderem ou desprezam?

 

DAN: Acho que umas têm sido mantidas e outras também têm vindo a cair em desuso. É natural que isso também aconteça mas há tradições que não devem ser perdidas e é aí que me parece que em algumas situações isso pode acontecer. Penso também que certas tradições como por exemplo fazer a recriação de cenários históricos não é uma coisa que me parece que tenha muito interesse porque recriar a história é fantasiar e romancear a história, para não falar no facto de se tornar uma situação muito repetitiva.

 

G: Acha que têm sido feitos esforços para preservar o património Aveirense e, em particular as casas arte nova como as que vimos hoje?

 

DAN: Penso que tem havido um esforço global nesse sentido e, há marcas que não podem perder-se, tem de haver alguma coisa de diferente, de particular de cidade para cidade.

 

                                                                                                                   

 

 (BREVEMENTE SERÃO ADICIONADAS NOVAS FOTOS).

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publicado por madeinaveiro às 00:03
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Quarta-feira, 5 de Dezembro de 2007

Visita ao Museu de Aveiro

 

Hoje, dia 5 de Dezembro, pelas 10h30 minutos visitámos o Museu de Aveiro. O museu divide-se por três pisos. No primeiro pode apreciar-se, praticamente, a estrutura do edifício, onde pode encontrar-se algumas peças em exibição; no segundo podem observar-se as exposições permanentes; e no terceiro fazem-se as mostras temporárias.
Apesar de o museu se encontrar em obras na sua maioria, foi-nos possível visitar alguns espaços como: a sala onde se encontra o túmulo da Beata Joana e a Igreja de Jesus.
Apresentamos agora uma cronologia de algumas datas importantes do edifício, onde se encontra o actual Museu de Aveiro.
 
Meados do século XV – Início a construção da primeira pequena casa de D. Brites Leitão, destinada a convento.

16 de Maio de 1461 – Bula papal de Pio II autoriza a fundação da instituição da clausura de freiras denominada Convento de Jesus. D. Afonso V desloca-se a Aveiro para o lançamento da primeira pedra do edifício.

1462 – O monarca dá a D. Mécia um alvará que garante a compra de bens de raiz.

Janeiro de 1465 – Início do funcionamento do convento.
Agosto de 1472 - A princesa D. Joana, filha de D. Afonso V, entra no convento.
Finais do século do século XVI – Novas obras na igreja.

Final do século XVII - Arranque da prosperidade que garantiu obras e melhorias artísticas no interior da igreja. Aparecimento da primeira talha, no templo.

Século XVIII - Continuação da decoração de talha na igreja, principalmente na capelamor. Enriquecimento com esculturas e conjuntos de azulejos coimbrões. Construção da frontaria do convento.

1834 - Decreto que termina com as ordens religiosas.

1877 - Nasce, nas antigas instalações do convento, o Colégio de Santa Joana Princesa.

1910 - Encerramento do colégio.

1911 - Joaquim de Mello Freitas propõe ao Governo provisório a criação de um museu municipal ou distrital, nas instalações do antigo Convento de Jesus, já considerado monumento nacional.

23 de Agosto - A pedido do governador civil Rodrigo Rodrigues, o projecto de Mello Freitas torna-se realidade.

26 de Janeiro de 1914 - Nomeada comissão instaladora do museu. Daqui parte a sugestão de que este seja dirigido pelo arqueólogo e historiógrafo João Augusto Marques Gomes. O museu é instalado na igreja e dependências de valor histórico do antigo mosteiro.
1923 - Início da direcção de José Pereira Tavares.
 
1925 –Começo de obras de adaptação. Alberto Souto, director.
 
1930 - Novas obras : demolição das paredes das celas para criação de salões de exposição e consolidação da base do túmulo de Santa Joana.
 
1932 - Projecto de obras mais completas, da autoria do engenheiro Álvaro Vieira Soares David e do engenheiro/arquitecto Manuel Lima Fernandes de Sá.
 
1935 - Consolidação de algumas das paredes mestras do corpo do edifício; reconstrução completa do coro de cima.
 
1958 – António Manuel Gonçalves, director.
 
1982- Construção dos lavabos e da sala de espera; arranjo da portaria e acesso.
 
1984 – Maria Clementina e Carvalho Quaresma, directora.
 
1986 - Instalação de iluminação e alarmes contra intrusão e incêndio, por todo o edifício.
 
Janeiro de 1992 - Maria de Tavares Lobato Guimarães, nomeada responsável pelo museu; 21 de Junho, directora em regime de substituição.
 
2006 - obra de requalificação total com projecto do arqueólogo Alcino Soutinho. 
 
Novembro de 2008 - Prevê-se a inauguração do museu.
 

 

 

 Algumas das fotos tiradas ao museu:

 

 



  

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado por madeinaveiro às 21:28
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